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História da ratoeira

Esta história da ratoeira não é aquela que os Departamentos de Recursos Humanos das empresas utilizam para sensibilizar os seus Colaboradores de que o problema de um pode tornar-se o problema de todos, mesmo daqueles que consideram que esse problema não os irá afectar. 

Estamos a falar das “ratoeiras” para capturar roedores, que habitualmente entre os Profissionais de Controlo de Pragas se designam por “armadilhas”. Aqui, aproveitamos para desfazer uma confusão relativamente frequente: a diferença entre uma armadilha e uma estação de isco. Uma estação de isco é um dispositivo que contém uma substância tóxica (normalmente um anticoagulante) que os roedores ingerem e lhes provoca a morte. Esta morte não é imediata, sendo que podem passar alguns dias até que a mesma se verifique, escolhendo os roedores, habitualmente, o seu ninho como sua “última morada”. Uma armadilha, é um dispositivo que pode conter (ou não) um atractivo e que captura imediatamente o roedor, impedindo que este cause mais estragos. 

A invenção da ratoeira é atribuída ao inventor anglo-americano Hiram Maxim, no século XIX. Este dispositivo era mecânico, accionado por uma mola que pretendia prender os roedores pelo pescoço. Este tipo de dispositivo foi sofrendo algumas evoluções essencialmente estéticas, utilizando sempre o mesmo princípio, excepção feita a um dispositivo eléctrico inventado por Thomas Edison para capturar os ratos existentes no seu quarto de pensão, do qual pouco se conhece. 

Ao longo do tempo, a evolução foi ditando que este tipo de dispositivos ficasse restringido a aplicações domésticas particulares, sendo que as empresas de controlo de pragas começaram a recorrer a armadilhas que simplesmente capturam os roedores no seu interior através de sistemas de balancé ou de placas com cola. Estas armadilhas cumprem o seu objectivo de capturar imediatamente o roedor, mas caso não sejam verificadas com bastante frequência acabam por provocar a morte do roedor devido à fome e/ou à sede, uma forma pouco Humana de eliminar seja que animal for dado o sofrimento prolongado que se lhe provoca. Para o Homem, deixar estas armadilhas sem verificação pode trazer problemas adicionais, como o odor resultante da decomposição do roedor e as pragas que atrai, sendo as moscas as primeiras a marcar presença. 

A divisão de Pest Control da Rentokil Initial, com a sua preocupação crescente no domínio da Desratização, e como consequência do seu espírito inovador, apresentou em 2003 a RADAR (Rodent Activated Detection and Riddance). A RADAR é uma armadilha - ou seja, captura imediatamente o roedor - e elimina-o de forma rápida, humana, higiénica e amiga do ambiente. Quando o roedor entra no seu interior, activa um mecanismo que isola o dispositivo e liberta no seu interior uma pequena quantidade de Dióxido de Carbono (CO2) que lhe provoca uma morte rápida e indolor. Como a unidade fica isolada, não existe o perigo de infestações secundárias nem da libertação de odores desagradáveis. 

Em 2011, surge a sua segunda geração, a RADAR II, com funcionalidades acrescidas. Tendo sido projectada para os Segmentos de Mercado com elevadas exigências de higiene, a RADAR é a solução ideal para a Área Alimentar, Farmacêutica e Estabelecimentos de Saúde e Ensino, podendo ser utilizada em qualquer lugar desde que tecnicamente viável. 

Num mundo em constante mudança, tudo tem que evoluir e a RADAR é um exemplo de evolução numa actividade muitas vezes menosprezada mas que é essencial para a saúde pública - o Controlo de Pragas. Mais que uma actividade, essa é a nossa paixão e tudo fazemos para evoluir no sentido de proporcionar melhor conforto, saúde e qualidade de vida aos nossos clientes. Naturalmente, na era digital em que nos encontramos, a RADAR pode ser integrada no sistema de reporte electrónico PestNetOnLine e, brevemente, no sistema myRentokil, o qual abordaremos oportunamente.